Qual seria a visão de futuro em um país sem crianças? A criança é a esperança e a alegria do mundo. Sem crianças seríamos tristes, embaçados, emudecidos, sem ecos para o futuro. A Europa hoje, é um continente de velhos; já importa mão de obra de outros países em larga escala para suprir as necessidades em todos os setores de trabalho. No Brasil ainda temos muitas crianças, mas infelizmente quem as possui em maior quantidade são as famílias pobres, sem muita condição financeira, educacional ou religiosa de educá-los no bem, na virtude, nos bons costumes, e apesar do governo contribuir com a educação básica, sem um auxílio familiar (seja da própria família, de pais adotivos ou de um “padrinho”) esta criança não chegará a uma educação superior para que depois possa disputar uma vaga no mercado de trabalho e ser um adulto realizado social e economicamente, pois “culturalmente” não valoriza a Educação. Seus valores são outros, que muitas vezes os levarão à perdição.
Diante deste problema, muitos membros do governo e da sociedade em geral pensam em adotar uma solução de morte para eliminar o último que chegou numa família já numerosa, ou mesmo o feto simplesmente indesejado esperado por uma jovem, ou ainda aquele esperado por uma jovem estuprada, ou aquele cuja mãe está em risco de vida e muitos outros casos.
A História se repete desde a Idade Antiga quando crianças inocentes, primogênitos dos hebreus tinham de ser jogadas no Rio Nilo, de onde se salvou o patriarca Moisés(Filho das águas) transformando-se no grande legislador hebreu. Também no início da nossa era, quando o Rei Herodes ordenou que fossem mortos todos os meninos de dois anos para baixo, pensando que assim mataria também o Filho de Deus. Uma solução simplória para a resolver um problema tão complexo.“Ouviu-se uma voz em Ramá, grande choro e lamentação; É Raquel que chora seus filhos e não quer consolação porque já não existem.”(Mt. 2,12-18)
Quantos assassinatos de indefesas crianças nas guerras!
Na 2ª guerra mundial, crianças judias eram perseguidas, torturadas e mortas juntamente com seus pais, pela Gestapo, polícia secreta de Hitler, somente pelo fato de não serem da raça ariana, formadora do povo alemão.
Uma bomba atômica é lançada sobre duas cidades japonesas, matando, destruindo e deixando herança de doenças congênitas para as crianças que haveriam de nascer.
Temos aquele fato de um menino na guerra do Vietnã em que centenas de crianças feridas foram deixadas em um abrigo hospitalar, inclusive uma menina que precisava de sangue. O médico e a enfermeira não sabiam falar sua língua e começaram a fazer gestos e algumas palavras soltas para ver se alguma criança entendia e se prontificava em doar o sangue. Um menino então levantou sua mãozinha prontamente. O médico logo o pegou colocando-o em uma maca com a agulha na veia, passando o sangue para o braço da menina . O menino então começou a querer chorar e esconder o choro, depois não se conteve mais e soluçava de tanto chorar. Médicos e enfermeiras pensavam: “Algo de errado está acontecendo com o garoto...” Neste momento chegou uma enfermeira que falava sua língua e segredou-lhe aos ouvidos. Ele parou de chorar. O motivo do choro: “Pensei que daria todo o meu sangue para a menina.” “E porque você aceitou?” Perguntou a enfermeira. “ Porque ela é minha amiga.” Quanta inocência e solidariedade no sofrimento!!!
No final do século vinte e início deste, quantas guerras! Conflitos de israelenses com palestinos, Kuaiti, Bósnia Herzegovina, Iraque, gangues de grandes cidades como o Rio de Janeiro, organizações terroristas; e os noticiários sempre focalizando o sofrimento e a morte de crianças indefesas, como o menino João Hélio que foi arrastado preso ao cinto de segurança do carro em alta velocidade que marginais haviam roubado de sua mãe .
E como se não bastasse em nome dos direitos das mulheres, nossos legisladores querem fazer leis que permitam assassinar crianças no local onde deveria ser o lugar mais seguro do mundo: o útero da mãe. Também em nome da cura de certas doenças pretendem utilizar células tronco de embriões humanos, minúsculos seres dotados de alma imortal, ao invés de concentrarem suas pesquisas somente na utilização de células tronco da placenta, do cordão umbilical ou de indivíduos adultos, sem o efeito morte, mas para cultivar a vida.
Deus, o Senhor da História, é o dono da vida, e deixou os meios naturais, para se evitar uma gravidez, pois sendo poderoso e bondoso como é, não poderia permitir que esposos retos de intenção, que sempre o invocam com confiança, não podendo realmente ter uma família numerosa colocasse tantos filhos no mundo, quanto não pudessem dar a educação e a qualidade de vida que toda criança merece ter. Não somos animais irracionais, somos seres humanos, dotados não só de corpo, mas também de alma imortal e a alma é o mais importante.
Pena que no nosso mundo reza-se tanto o Pai Nosso, mas não se faz a Sua vontade.
O aborto é mais uma pseudo solução “simplória” para um problema “complexo”, como na época de Herodes .
Que o nosso tempo histórico não seja marcado por mais este crime.
(Isabel Menezes)
Diante deste problema, muitos membros do governo e da sociedade em geral pensam em adotar uma solução de morte para eliminar o último que chegou numa família já numerosa, ou mesmo o feto simplesmente indesejado esperado por uma jovem, ou ainda aquele esperado por uma jovem estuprada, ou aquele cuja mãe está em risco de vida e muitos outros casos.
A História se repete desde a Idade Antiga quando crianças inocentes, primogênitos dos hebreus tinham de ser jogadas no Rio Nilo, de onde se salvou o patriarca Moisés(Filho das águas) transformando-se no grande legislador hebreu. Também no início da nossa era, quando o Rei Herodes ordenou que fossem mortos todos os meninos de dois anos para baixo, pensando que assim mataria também o Filho de Deus. Uma solução simplória para a resolver um problema tão complexo.“Ouviu-se uma voz em Ramá, grande choro e lamentação; É Raquel que chora seus filhos e não quer consolação porque já não existem.”(Mt. 2,12-18)
Quantos assassinatos de indefesas crianças nas guerras!
Na 2ª guerra mundial, crianças judias eram perseguidas, torturadas e mortas juntamente com seus pais, pela Gestapo, polícia secreta de Hitler, somente pelo fato de não serem da raça ariana, formadora do povo alemão.
Uma bomba atômica é lançada sobre duas cidades japonesas, matando, destruindo e deixando herança de doenças congênitas para as crianças que haveriam de nascer.
Temos aquele fato de um menino na guerra do Vietnã em que centenas de crianças feridas foram deixadas em um abrigo hospitalar, inclusive uma menina que precisava de sangue. O médico e a enfermeira não sabiam falar sua língua e começaram a fazer gestos e algumas palavras soltas para ver se alguma criança entendia e se prontificava em doar o sangue. Um menino então levantou sua mãozinha prontamente. O médico logo o pegou colocando-o em uma maca com a agulha na veia, passando o sangue para o braço da menina . O menino então começou a querer chorar e esconder o choro, depois não se conteve mais e soluçava de tanto chorar. Médicos e enfermeiras pensavam: “Algo de errado está acontecendo com o garoto...” Neste momento chegou uma enfermeira que falava sua língua e segredou-lhe aos ouvidos. Ele parou de chorar. O motivo do choro: “Pensei que daria todo o meu sangue para a menina.” “E porque você aceitou?” Perguntou a enfermeira. “ Porque ela é minha amiga.” Quanta inocência e solidariedade no sofrimento!!!
No final do século vinte e início deste, quantas guerras! Conflitos de israelenses com palestinos, Kuaiti, Bósnia Herzegovina, Iraque, gangues de grandes cidades como o Rio de Janeiro, organizações terroristas; e os noticiários sempre focalizando o sofrimento e a morte de crianças indefesas, como o menino João Hélio que foi arrastado preso ao cinto de segurança do carro em alta velocidade que marginais haviam roubado de sua mãe .
E como se não bastasse em nome dos direitos das mulheres, nossos legisladores querem fazer leis que permitam assassinar crianças no local onde deveria ser o lugar mais seguro do mundo: o útero da mãe. Também em nome da cura de certas doenças pretendem utilizar células tronco de embriões humanos, minúsculos seres dotados de alma imortal, ao invés de concentrarem suas pesquisas somente na utilização de células tronco da placenta, do cordão umbilical ou de indivíduos adultos, sem o efeito morte, mas para cultivar a vida.
Deus, o Senhor da História, é o dono da vida, e deixou os meios naturais, para se evitar uma gravidez, pois sendo poderoso e bondoso como é, não poderia permitir que esposos retos de intenção, que sempre o invocam com confiança, não podendo realmente ter uma família numerosa colocasse tantos filhos no mundo, quanto não pudessem dar a educação e a qualidade de vida que toda criança merece ter. Não somos animais irracionais, somos seres humanos, dotados não só de corpo, mas também de alma imortal e a alma é o mais importante.
Pena que no nosso mundo reza-se tanto o Pai Nosso, mas não se faz a Sua vontade.
O aborto é mais uma pseudo solução “simplória” para um problema “complexo”, como na época de Herodes .
Que o nosso tempo histórico não seja marcado por mais este crime.
(Isabel Menezes)
Nenhum comentário:
Postar um comentário