Quantas vezes ouvimos dizer que a História é mestra da vida! Será que Cícero, pensador romano queria nos dar uma lição de vida quando desenvolveu esta frase? Será que tudo o que já aconteceu serve para nos ensinar algo? O passado então seria fonte de sabedoria para nós?
Na verdade, é bem melhor aprender com os erros dos outros que com os próprios erros. E já disse alguém: “quem esquece a História está condenado a vivê-la novamente.”
Quantos erros no passado! Não que o presente seja desprovido de erros. No hoje eles se multiplicam, triplicam; e assim acontece tal qual ou mais ainda que anteriormente.
Por que isso acontece? Certamente o motivo é que estudamos o passado, comentamos o acontecido na vida dos outros, lemos fatos totalmente errados acontecidos na política, nas seitas religiosas, mas não tiramos a lição de vida que nos é apresentada por Cícero: aprender com os erros dos outros. Queremos nós mesmos ter a satisfação de errar também, de cair no mesmo buraco que outros já caíram. E então parece que já não somos mais tão inteligentes e sábios.
Será que o ser humano se “emburreceu”? Entendo que continuamos inteligentes, sábios, como Deus nos criou. Cada vez utilizamos melhor nosso cérebro, pelos estímulos que desde a infância recebemos, a cada dia que passa, a cada ano com maior intensidade. As crianças de hoje, por exemplo, têm uma presença de espírito impressionante; muito mais que há dez anos atrás. Respondem tudo “no pé da letra”. O problema é que somos fracos e nos deixamos levar pelas aparências com muita facilidade. E o ditado popular já dizia há séculos atrás que as aparências enganam.
Mas também, quantos acertos no passado! Quantos bons exemplos de pessoas que fizeram a História! Já dizia Geraldo Vandré: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.”
De acordo com S. Kierkegaard, “ A vida só pode ser entendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida, olhando-se para frente.”
“As civilizações mais antigas nasceram ao longo dos rios Tigre e Eufrates, no Oriente Médio, e no Vale do Nilo, ao norte da África.” (Pjnsky F. As primeiras civilizações) De lá para cá são milhares de anos na construção da História da humanidade. E quem constrói a História somos nós. Temos muitos líderes que sobressaíram devido à sua força de vontade e dinamismo, como Moisés na formação do povo hebraico, Hamurábi, na Mesopotâmia, autor da Lei do Talião; os faraós do Egito, na liderança daquela sociedade tão complexa; Júlio César em Roma, tríplice gênio guerreiro, escritor e Político; Péricles na Grécia, instituindo uma sólida democracia; os Papas da Idade Média solidificando o poder da Igreja; Santa Joana D’Arc, corajosa guerreira; Cristóvão Colombo no século XV, cortando os mares nunca antes navegados; S.Tomás de Aquino, com a filosofia escolástica Fé e Razão; Miguel Ângelo, com suas famosas Madonas; os Jesuítas e a ousadia cristã na catequização dos povos; São João Bosco, exemplo de educador cristão da juventude; Madre Teresa de Calcutá e sua opção pelos pobres. Ao lado deles, os gênios do mal como Herodes, matando os inocentes; Nero, imperador louco assassino de cristãos; líderes religiosos que promoviam guerras a fim de impor a religião; Robespierre com espírito revolucionário; Karl Marx e sua filosofia materialista promotora de luta de classes; Hitler e o anti-semitismo fazendo reinar o caos na Europa contemporânea; Lênnin e o comunismo ateu; Sadam Hussein com o autoritarismo que suprimia a liberdade do povo em proveito próprio e de sua família; além de muitos outros.
É evidente que a História em si não é feita somente por estes Homens e mulheres, ela é “um ramo do conhecimento científico que nos permite entender como ‘todos’ os seres humanos se organizam, se relacionam, se representam, se interpretam, trabalham, constroem, sonham, pensam e mesmo, destroem”(Kátia Corrêa)
“Quem construiu a Tebas de sete portas? Nos livros estão os nomes dos reis. Arrastam eles blocos de pedra?” (Bertolt Brecht)
Certamente não arrastaram. Mas é inegável a importância dos homens de bem, seres que com raça e coragem, traçaram novos caminhos para a História da Humanidade, como também daqueles gênios do mal, os quais com sua ousadia atropelaram o caminhar da humanidade promovendo tragédias, sofrimento e morte .
Sendo assim, que os bons sejam lembrados com glórias e honras para serem imitados e os maus tenham também o seu lugar na História como exemplos que jamais devem ser seguidos, pois “a História é a Mestra da vida”.
Na verdade, é bem melhor aprender com os erros dos outros que com os próprios erros. E já disse alguém: “quem esquece a História está condenado a vivê-la novamente.”
Quantos erros no passado! Não que o presente seja desprovido de erros. No hoje eles se multiplicam, triplicam; e assim acontece tal qual ou mais ainda que anteriormente.
Por que isso acontece? Certamente o motivo é que estudamos o passado, comentamos o acontecido na vida dos outros, lemos fatos totalmente errados acontecidos na política, nas seitas religiosas, mas não tiramos a lição de vida que nos é apresentada por Cícero: aprender com os erros dos outros. Queremos nós mesmos ter a satisfação de errar também, de cair no mesmo buraco que outros já caíram. E então parece que já não somos mais tão inteligentes e sábios.
Será que o ser humano se “emburreceu”? Entendo que continuamos inteligentes, sábios, como Deus nos criou. Cada vez utilizamos melhor nosso cérebro, pelos estímulos que desde a infância recebemos, a cada dia que passa, a cada ano com maior intensidade. As crianças de hoje, por exemplo, têm uma presença de espírito impressionante; muito mais que há dez anos atrás. Respondem tudo “no pé da letra”. O problema é que somos fracos e nos deixamos levar pelas aparências com muita facilidade. E o ditado popular já dizia há séculos atrás que as aparências enganam.
Mas também, quantos acertos no passado! Quantos bons exemplos de pessoas que fizeram a História! Já dizia Geraldo Vandré: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.”
De acordo com S. Kierkegaard, “ A vida só pode ser entendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida, olhando-se para frente.”
“As civilizações mais antigas nasceram ao longo dos rios Tigre e Eufrates, no Oriente Médio, e no Vale do Nilo, ao norte da África.” (Pjnsky F. As primeiras civilizações) De lá para cá são milhares de anos na construção da História da humanidade. E quem constrói a História somos nós. Temos muitos líderes que sobressaíram devido à sua força de vontade e dinamismo, como Moisés na formação do povo hebraico, Hamurábi, na Mesopotâmia, autor da Lei do Talião; os faraós do Egito, na liderança daquela sociedade tão complexa; Júlio César em Roma, tríplice gênio guerreiro, escritor e Político; Péricles na Grécia, instituindo uma sólida democracia; os Papas da Idade Média solidificando o poder da Igreja; Santa Joana D’Arc, corajosa guerreira; Cristóvão Colombo no século XV, cortando os mares nunca antes navegados; S.Tomás de Aquino, com a filosofia escolástica Fé e Razão; Miguel Ângelo, com suas famosas Madonas; os Jesuítas e a ousadia cristã na catequização dos povos; São João Bosco, exemplo de educador cristão da juventude; Madre Teresa de Calcutá e sua opção pelos pobres. Ao lado deles, os gênios do mal como Herodes, matando os inocentes; Nero, imperador louco assassino de cristãos; líderes religiosos que promoviam guerras a fim de impor a religião; Robespierre com espírito revolucionário; Karl Marx e sua filosofia materialista promotora de luta de classes; Hitler e o anti-semitismo fazendo reinar o caos na Europa contemporânea; Lênnin e o comunismo ateu; Sadam Hussein com o autoritarismo que suprimia a liberdade do povo em proveito próprio e de sua família; além de muitos outros.
É evidente que a História em si não é feita somente por estes Homens e mulheres, ela é “um ramo do conhecimento científico que nos permite entender como ‘todos’ os seres humanos se organizam, se relacionam, se representam, se interpretam, trabalham, constroem, sonham, pensam e mesmo, destroem”(Kátia Corrêa)
“Quem construiu a Tebas de sete portas? Nos livros estão os nomes dos reis. Arrastam eles blocos de pedra?” (Bertolt Brecht)
Certamente não arrastaram. Mas é inegável a importância dos homens de bem, seres que com raça e coragem, traçaram novos caminhos para a História da Humanidade, como também daqueles gênios do mal, os quais com sua ousadia atropelaram o caminhar da humanidade promovendo tragédias, sofrimento e morte .
Sendo assim, que os bons sejam lembrados com glórias e honras para serem imitados e os maus tenham também o seu lugar na História como exemplos que jamais devem ser seguidos, pois “a História é a Mestra da vida”.